Grupos de mountain bike Shimano e SRAM – A hierarquia completa explicada

Grupos de mountain bike Shimano e SRAM – A hierarquia completa explicada

Um grupo, grupo de transmissão ou grupo de câmbio são todas as formas de descrever o conjunto de peças que dão tração a uma bicicleta.

© BikeRadar

Os componentes incluem trocadores, pedivela, movimento central, desviadores dianteiros e traseiros, corrente, coroa e cassete. Às vezes, os freios são incluídos nas séries de componentes, mas, para este artigo, seguiremos os itens que compõem o conjunto de transmissão.

Este guia foi desenvolvido para explicar os componentes de um conjunto de grupos e as diferentes opções oferecidas pelos dois principais fabricantes: 

É mais comum ver grupos completos em bicicletas speed. No entanto, quando se trata de mountain bikes, as marcas geralmente misturam e combinam peças de vários grupos – e em alguns casos de marcas diferentes – para se adequar ao uso pretendido da bicicleta e atingir um preço específico.

COMPONENTES DE UM GRUPO DE MOUNTAIN BIKE

Pedivela para mountain bike

Shimano oferece seu grupo XT em versões com um, dois e três coroas

Pedivelas de MTB podem ser divididas em três categorias pelo número de coroas.

Triplo

O primeiro é o triplo – o antigo clássico. Como o nome indica, ele consiste em três coroas, o maior sendo uma coroa externa de 42 ou 44 dentes. A coroa do meio é geralmente de 32 ou 34 dentes e a menor geralmente é de 22 ou 24 dentes.

Essa configuração pode oferecer a maior variedade de marchas, mas há redundância significativa em termos de relações de marchas. Corrente cruzada também é uma preocupação com pedivela triplo se a coroa menor ou maior for selecionada com os pinhões maior e menor do cassete.

Pedivelas com três coroas não são encontradas nas mountain bikes modernas de topo de linha. Eles estão desaparecendo e as transmissões de coroa dupla ou única estão rapidamente se tornando a configuração mais procurada e o novo padrão do mercado.

Duplo

Pedivelas com duas coroas superaram a coroa tripla como o pedivela de bicicleta de montanha mais popular quando a SRAM e a Shimano introduziram transmissões de 10 velocidades. Pedivelas de duas coroas oferecem uma faixa de marchas mais objetiva e com menos cruzamentos de corrente do que pedivelas triplos.

Eles usam uma coroa do meio menor (22 a 28 dentes), enquanto a coroa externa maior proporciona mais velocidade (34 a 36 dentes).

Pedivelas de duas coroas são encontrados desde bicicletas de entrada até modelos de ponta, mas sua popularidade também está diminuindo.

Único

A tendência mais significativa nas transmissões de mountain bike nos últimos cinco anos é a de transmissões com mais pinhões no cassete, mas com uma única coroa.

Comumente chamado de ‘1x’ (one-by), esse tipo de pedivela é popular em bicicletas downhill há anos, onde muitas opções de marchas não são necessárias e a segurança da corrente (ou seja, sem quedas de corrente) é muito importante.

Após o lançamento do XX1 pela SRAM e a introdução de grupos 1 × 11 e 1 × 12, o sistema de transmissão com uma coroa tornou-se o novo padrão em bicicletas de montanha de alto a médio nível e é cada vez mais encontrado em bicicletas de entrada também, graças à introdução dos grupos de transmissão SX Eagle  e NX Eagle de 12 velocidades .

Os tamanhos das coroas variam muito, dependendo do uso pretendido, de coroas de 38 dentes para corredores fortes de cross-country até coroas de 28 e até 26 dentes em algumas fat-bikes. A maioria das bicicletas com uma coroa vem com coroas de 32 ou 30 dentes.

Uma característica das coroas únicas é que elas usam dentes altos e sem arestas (já que não há necessidade de alternar entre as coroas) e larguras alternadas que combinam com os elos internos e externos da corrente.

Ambos os recursos foram projetados para manter a corrente no lugar sem a ajuda de um desviador dianteiro ou guia de corrente.

SRAM x-sync chainring

Os dentes sem arestas ajudam a manter a corrente na coroa, sem a necessidade de um guia de corrente ou desviador. 

Ao remover o desviador dianteiro e o trocador correspondente, diminui-se o peso e a complexidade do grupo de transmissão e consequentemente, da bicicleta. Muitos ciclistas iniciantes também acham transmissões de uma coroa mais fáceis de operar.

Movimento central para mountain bike

Estruturas diferentes usam diferentes sistemas de suporte inferior, incluindo rosqueado (esquerda) e encaixe à pressão (direita)

Quadros diferentes usam diferentes sistemas de movimento central, incluindo sistemas rosqueados (esquerda) e encaixe de pressão (direito). Um pedivela não serve para muita coisa sem rolamentos para o ajudar a girar. Essa é a função do movimento central – fornecer giro livre aos pedivelas, mas mantendo a rigidez lateral e capacidade de suportar peso e força por longos períodos.

Os movimentos centrais estão disponíveis em uma variedade impressionante de configurações.

CASSETES PARA MOUNTAIN BIKE

Os cassetes vêm em uma ampla variedade de tamanhos e velocidades. Como o pedal, a escolha do cassete geralmente é determinada pelo estilo e preço pretendidos da bicicleta.

Os cassetes de MTB podem ser encontrados nas versões de 7 a 12 velocidades. Geralmente se usa como referência o número de dentes dos pinhões menor e maior para fornecer uma ideia da faixa total que o cassete abrange, por exemplo, 11-32 (dentes) ou 10-50.

O cassete de 12 velocidades mais amplo da Shimano oferece uma faixa de 10-51 dentes, enquanto a SRAM oferece um grupo de 12 velocidades com uma faixa de 10-50 dentes. 

Além das bicicletas de donwhill, que costumam usar cassetes com faixas de velocidades muito estreitas, a maioria das bicicletas de montanha usam um cassete com uma ampla variedade de marchas para facilitar as subidas. As faixas mais comumente encontradas em bicicletas com pedivelas duplos ou triplos são de 11 a 34 ou 36 dentes.

Os grupos de transmissão de uma coroa são muito mais amplos, como os grupos Eagle de 12 velocidades da SRAM, fornecendo até 10-52 dentes (11-50 no Eagle SX e NX), enquanto a Shimano oferece uma faixa de 11-46 dentes no SLX de 11 velocidades, e 10-51 dentes nos seus mais recentes grupos XTR, XT e SLX de 12 velocidades.

CORRENTES DE MOUNTAIN BIKES

As correntes de ponta mais alta geralmente apresentam elos ou pinos ocos para economizar peso em versões mais acessíveis

As correntes de topo de linha geralmente apresentam elos ou pinos ocos para reduzir peso em relação a versões mais acessíveis. 

A marca do conjunto de grupos e o número de marchas determinam o tipo de corrente que você precisa. Em geral, a medida que o número de marchas aumenta, o espaçamento entre as engrenagens diminui e a corrente também se torna mais estreita.

Por isso, você deve usar apenas correntes projetadas especificamente para o número de rodas dentadas em seu cassete – não use uma corrente de 9 velocidades em um grupo de 10 velocidades ou uma corrente de 11 velocidades em um grupo de 12 velocidades. Algumas correntes são direcionais e precisam ser montadas em uma orientação específica; portanto, verifique cuidadosamente na hora de instalar.

As correntes mais caras geralmente têm revestimentos mais duráveis, mais resistentes à corrosão e economizam peso com elos e pinos ocos. As correntes são as peças de um grupo de transmissão que se desgastam mais rápido, por isso, pode ser uma boa ideia investir em correntes de valor médio.

DESVIADORES PARA MOUNTAIN BIKES

Desviadores são os componentes que movem a corrente entre os pinhões no cassete e entre as coroas no pedivela. Cada marca oferece seu próprio design, mas o princípio geralmente é o mesmo.

Desviadores dianteiros movem a corrente entre as coroas. ©Bikeradar

Quando as alavancas são pressionadas, o trocador de marchas puxa ou solta um cabo, que move o desviador, fazendo com que a corrente ‘caia’ de uma engrenagem e seja reposicionada em uma engrenagem diferente.

Desviadores traseiros movem a corrente entre os pinhões do cassete. ©Bikeradar

Os cabos não são mais a única maneira de controlar os desviadores. A Shimano oferece desviadores acionados eletronicamente no XTR Di2  e no  XT Di2 , que usam fios elétricos conectados aos trocadores. Os conjuntos de grupos AXS da SRAM são totalmente sem cabos.

ALAVANCAS DE MOUNTAIN BIKES

Como mencionado anteriormente, as alavancas dos trocadores de marchas são usadas para operar os desviadores de uma bicicleta. Shimano e SRAM usam designs diferentes e, embora todos mudem de marcha, cada um tem uma maneira específica de fazê-lo.

© BikeRadar

Tipos de trocadores atuais: a esquerda, o sistema RapidFire da Shimano, no meio o Grip Shift da SRAM e à direita o trocador padrão da SRAM. 

Embora mecanicamente diferentes, a SRAM e a Shimano oferecem ‘trocadores de gatilho’. Esse nome é um pouco enganador, porque as duas empresas aprimoraram a ergonomia das alavancas permitir trocar de marcha usando apenas os polegares, e não os dedos indicadores, que são os dedos usados para acionar gatilhos…

O benefício dessa abordagem é que ela permite que o ciclista mantenha os dedos indicadores nas alavancas do freio, proporcionando respostas mais rápidas.

A SRAM oferece dois sistemas para seus trocadores mecânicos, Trigger e Grip Shift. O sistema de gatilho é o mais comum. O Grip Shift funciona como um acelerador, girando a alavanca para frente e para trás. Esse sistema perdeu popularidade nos últimos anos, mas ainda mantém seguidores leais nas corridas de cross-country, já que o sistema é muito leve e permite que os pilotos mudem rapidamente a corrente no cassete.

Nos grupos eletrônicos, tanto SRAM como Shimano oferecem grupos com configurações de troca de marcha que podem ser personalizadas nos aplicativos disponibilizados pelas marcas.

O Di2 pode, por exemplo, usar a tecnologia Synchro Shift da Shimano, que permite ao ciclista usar uma alavanca de câmbio única para controlar os desviadores dianteiros e traseiros. O computador do sistema muda para a coroa e pinhão ideais para manter a cadência do ciclista relativamente constante.

ESCOLHENDO UM GRUPO DE MOUNTAIN BIKE: PREÇO VS DESEMPENHO

© Tom Marvin / Mídia Imediata

O desviador SRAM, apesar de ser sem cabo, tem peso de 144g por causa da bateria. 

Como a maioria dos componentes, os grupos de transmissão variam bastante de preço. Então, quais benefícios dos grupos mais caros?

PESO

Uma bicicleta mais leve sempre acelera, sobe e freia melhor que uma mais pesada. Mas para não sacrificar a resistência das peças, mudanças são necessárias. Seja no grupo, no quadro, nas rodas ou até em parafusos, a redução de peso geralmente é o principal fator no aumento do preço.

Geralmente, em grupos de mountain bike, quanto mais caro, mais leve. O ápice da performance já é atingido na segunda linha mais cara de grupos; a primeira linha tem a mesma performance da segunda, mas custa mais caro porque é mais leve.

Por exemplo, a diferença entre as duas primeiras linhas da Shimano, XT e XTR, é de cerca de 300g (excluindo os freios), enquanto a diferença entre as emblemáticas da SRAM XX1 Eagle e as transmissões de segunda linha X01 Eagle é mais próxima de 46g (excluindo os freios e o movimento central).

Essas diferenças de peso são o resultado de materiais mais caros e processos de fabricação refinados ou demorados.

Além de usinagem de alta precisão, os componentes mais caros costumam usar materiais como fibra de carbono, titânio, e rolamentos leves de alumínio e cerâmica para obter os pesos baixos que lideram as linhas de cada empresa.

DURABILIDADE DOS GRUPOS

Quando se compra uma peça mais cara, também se espera que ela dure mais. E no geral, isso acontece nos grupos para bicicletas. Mas há um limite, muito similar ao da performance. O ápice da durabilidade também é atingido na segunda linha mais cara. A primeira linha, mais uma vez, sai mais cara por ter um peso menor.

Em alguns casos, a durabilidade do componente pode realmente diminuir na opção mais cara, onde a economia absoluta de peso às vezes supera a longevidade do produto.

Quanto maior o preço de um grupo, mais refinado são os processos de fabricação e melhores são os materiais das peças mais caras. Isso faz com que esses produtos durem mais. Em desviadores e trocadores, isso é facilmente percebido. Grupos baratos tendem a desenvolver folgas com o tempo, enquanto grupos melhores permanecer firmes, como novos, por mais tempo.

Já os itens baratos de um grupo, como cassete e correntes, sofrem o inverso. As opções mais baratas são construídas com aço mais pesado, porém mais durável, enquanto as opções mais caras usam metais leves, como alumínio, que duram menos por serem mais ‘macios’.

DESEMPENHO DOS GRUPOS

Não só mais leves, mas também de maior performance são os grupos mais caros. É possível notar que a troca de marchas é mais rápida, suave e precisa. A facilidade para trocar as marchas também aumenta, já que o acionamento das alavancas é mais suave.

Nessa área em especial os grupos eletrônicos saem na frente – suas trocas são rápidas, precisas, e exigem apenas um toque.

Ao pedalar uma bicicleta com grupo de topo de linha também se pode notar o aumento da rigidez lateral, pois movimentos centrais construídos com mais precisão são mais rigídos, reduzinho assim a torção lateral e aumentando a eficiência da pedalada.

RECURSOS ADICIONAIS DOS GRUPOS

Além de oferecer equipamentos extras, é comum que os grupos mais caros ofereçam recursos adicionais.

Tanto Shimano como SRAM oferecem desviadores traseiros com um tipo de embreagem, que mantém a corrente esticada, torna o grupo de transmissão mais silencioso e reduz a chance de queda da corrente.

© BikeRadar

No lado oposto, uma adicional que foi praticamente extinto foi o indicador de marcha, que começou a ser visto como desnecessário, já que se pode facilmente perceber a necessidade de troca de marchas ao pedalar uma bicicleta.

OPÇÕES FOCADAS NA MODALIDADE

Com o mountain bike abrangendo tantas variantes individuais, não deve ser muito surpreendente descobrir que o que funciona perfeitamente para escalar montanhas íngremes pode não ser o ideal para descidas agressivas.

É por isso que agora existem grupos específicos projetados especificamente para estilos de pilotagem mais extremos. 

GRUPOS DE MTB DA SHIMANO

A gama mais ampla de grupos para mountain bike pertence a Shimano.

A hierarquia de grupos de bicicletas de montanha da Shimano, da mais barata e com a mais avançada tecnologia para a maioria, é a seguinte:

  • Shimano Tourney
  • Shimano Altus M2000
  • Shimano Acera M3000
  • Shimano Alivio M3100
  • Shimano Deore M6100, M5100, M4100
  • Shimano SLX M7100
  • Shimano Dore XT M8050
  • Shimano Deore XT M8100
  • Shimano XTR M9050
  • Shimano XTR M9100
  • A Shimano também oferece dois grupos específicos de descidas:
  • Shimano Zee M640
  • Shimano Saint M820

SHIMANO TOURNEY

Grupos de bicicletas Shimano Tourney
O grupo de tourney é a oferta de 6 e 7 velocidades da Shimano. 

A gama começa com o Tourney, que geralmente é encontrado em lojas de departamento ou em bicicletas infantis e vem em algumas configurações diferentes, dependendo da aplicação pretendida, seja para viagem, estrada ou mountain bike muito leve.

O Tourney recebeu sua última atualização em 2020, recebendo dois novos mecanismos de 6 e 7 velocidades e atualizações adicionais para os manípulos de mudanças, mecanismos dianteiros, manivelas e cassetes.

O conjunto de grupos está disponível em sistemas de 6, 7 e 8 velocidades, combinados com pedivelas triplas ou duplas.

SHIMANO ALTUS M2000

Altus é o grupo que você provavelmente encontrará em bicicletas de montanha de nível básico

Altus é o grupo que você provavelmente encontrará em mountain bikes de entrada. 

A versão mais recente do Altus oferece um cassete de 9 velocidades com um pedivela triplo de 40/30/22 dentes.

O câmbio traseiro Altus não usa a tecnologia de embreagem Shadow Plus da Shimano para estabilidade da corrente, mas usa o design Shadow, que se refere a um perfil mais baixo para reduzir a probabilidade de danos causados ​​por obstáculos na trilha.

SHIMANO ACERA M3000

Conjunto de grupos Shimano Acera M3000

É mais provável que o Acera seja adequado para mountain bikes baratas, mas apresenta mais tecnologia que o Altus. 

Este grupo começa a introduzir materiais resistentes à corrosão, como aço inoxidável, em certos componentes.

É um grupo de 9 velocidades que pode ser usado com um pedal triplo 40/30/22 ou um pedal duplo 36/22. Oferece uma faixa maior de cassetes 11-36.

  • Cotação de mercado

SHIMANO ALIVIO M3100

Grupos de bicicletas Shimano Alivio

Shimano  Alivio  fica logo acima da Acera. Como a Acera, este grupo de 9 velocidades está disponível com um pedivela triplo ou duplo. Esse grupo é o ponto de partida que consideramos o básico para uma mountain bike de respeito.

É o primeiro dos grupos de montanha da Shimano a usar um pedal de duas coroas com um movimentos central externo para aumentar a rigidez. O Acera usa um movimento central Octalink, enquanto Altus e Tourney usam os cônicos quadrados.

Para 2020, o grupo Alivio recebeu algumas atualizações nos câmbio dianteiros, trocadores, manivelas, cassete e corrente.

  • Cotação de mercado

£ 123.88

SHIMANO DEORE M6100, M5100, M4100

O Shimano Deore de 12 velocidades, no papel, tem quase todos os recursos dos grupos mais sofisticados da marca. 

Para 2020, a gama Deore recebeu uma revisão total, elevando o grupo do seu disfarce M6000 original de apenas 10 velocidades até 11 e 12 velocidades, graças à tecnologia do SLX, XT e XTR.

O M6100 de 12 velocidades usa apenas uma coroa e apresenta peças totalmente novas, incluindo cassetes Microspline (faixa de 10 a 51 dentes), desviador traseiro Shadow RD + e uma ampla gama de manivelas com tecnologia Dynamic Chain Engangement +.

O novo conjunto de grupos M5100 de 11 velocidades parece praticamente idêntico ao novo conjunto de grupos M4100 de 10 velocidades e eles compartilham a mesma tecnologia.

Ambos são oferecidos em configurações de 1x e 2x e o desviador traseiro de 11 velocidades é compatível com um pinhão de 51 dentes traseiro.

  • Cotação de mercado

SHIMANO SLX M7100

Conjunto de grupos Shimano SLX M7100
Grupo completo SLX M7100. 

O SLX M7100 é um grupo muito importante na hierarquia Shimano. Este é o primeiro grupo a compartilhar o mesmo número de velocidades que o XT e o XTR em um pacote mais econômico.

De um modo geral, o SLX oferece os mesmos recursos e funções que os grupos superiores com um peso mais alto e uma qualidade de troca de marcha levemente mais baixa.

Os recursos de destaque incluem um cassete de 12 velocidades, oferecido nas opções 10-45 e 10-51t.

  • Cotação de mercado

SHIMANO DEORE XT M8050

Conjunto de grupos Shimano Deore XT M8050 Di2
Grupo Shimano Deore XT M8050 Di2. 

Esta é a versão eletrônica de mudança de marchas Di2 do sistema de transmissão XT da Shimano. No entanto, a série M8050 não teve as mesmas atualizações que o grupo de grupos XT operado por cabo quando a série M8100 foi lançada, permanecendo como um sistema de 11 velocidades.

A vantagem do sistema eletrônico é a troca de marchas consistente e a manutenção muito baixa. Outra vantagem do Di2 é a mudança sequencial, AKA Synchro Shift, na qual os desviadores dianteiros e traseiros são operados com um único controle, e o sistema decide se deve mudar uma marcha do pedivela ou do cassete para atingir o objetivo desejado.

O grupo Deore XT M8050 Di2 compartilha o mesmo conjunto de pedivela, cassete, corrente e freios dos respectivos grupos mecânicos XT de 11 velocidades.

Cotação de mercado

SHIMANO DEORE XT M8100

Shimano XT M8100
O grupo Shimano XT M8100. 

A Shimano Deore XT fica um degrau abaixo do grupo XTR de nível profissional. Este grupo de 12 velocidades possui quase todos os recursos de design de ponta como o XTR e oferece todo o desempenho que a maioria dos pilotos precisará, mas com peso ligeiramente maior.

O XT está disponível com pedivelas simples ou duplos. O Deore XT está disponível com uma ampla faixa de cassetes 10-45 e 10-51 dentes para conjuntos de 1 ou 2 coroas.

SHIMANO XTR M9050

Grupos de bicicletas de montanha Shimano XTR M9050

O Shimano XTR Di2 foi introduzido em 2015. Como o primeiro grupo de mudanças eletrônicas no mountain bike, não é surpresa que também seja o mais caro. Ao remover o cabo mecânico, lama e sujeira não afetam a qualidade da troca de marcha. O desempenho das mudanças é excelente. 

Assim como o grupo M8050 XT, o grupo eletrônico XTR Di2 M9050 é compatível com 11 velocidades, e maior parte dos seus componentes são os mesmos do grupo antigo e aposentado M9000. Agora, o substituto do M9000, o M9100, tem 12 velocidades, e portanto, um grupo XTR de 11 velocidades não é mais tão fácil de encontrar.

E, como o grupo XT Di2, possui o Synchro Shift e pode ser alimentado a partir de sua bateria embutida, ou da bateria de uma mountain bike elétrica.

Algumas desvantagens incluem o alto custo e a ter que lembrar de recarregar a bateria.

  • Cotação de mercado

£ 296,60

SHIMANO XTR M9100

O mais recente grupo Shimano XTR possui diversas opções de transmissão para escolher
O último grupo Shimano XTR tem uma variedade de opções de transmissão para escolher. 

O XTR é o auge da linha Shimano e é frequentemente usado em corridas. O XTR combina design de ponta com materiais leves, como ligas de alta qualidade, fibra de carbono e titânio. É comum que o XTR ofereça recursos que nenhum outro nível de grupo de grupos recebe, como reduzir várias marchas de uma vez só.

O último grupo M9100 tem quatro opções de transmissão diferentes para você escolher. Existe uma versão 1 × 12 (pedivela de uma coroa, cassete de 12 pinhões) de ampla faixa com um cassete de 10-51 dentes, uma versão 1 × 12 com um cassete de 10-45, outra versão de 2 × 12 com um cassete de 10-45 e uma opção 1 × 11 projetada para economizar peso com um cassete de 10-45 dentes.

No passado, o XTR era dividido nas categorias Corrida e Trilha. A última série M9100 condensa partes de ambas as categorias em uma só. No entanto, ainda existem categorias de Cross-country e Enduro para freios e pedais.

O cross-country tem tudo a ver com economia de peso, onde recursos como alavancas de freio que não precisam ferramentas para ajustes e as aletas de refrigeração dos freios Ice-Tech são removidas para reduzir algumas gramas.

O Enduro é a opção mais ‘cotidiana’ e cheia de recursos, onde alguns gramas adicionais proporcionam maior potência e ajuste dos freios.

Este último grupo XTR também usa um design freehub totalmente novo que não é compatível com os grupos anteriores de mountain bike Shimano.

  • Cotação de mercado

£ 1107,31

SHIMANO ZEE M640

Zee é o grupo básico da Shimano para downhill e freeride
Zee é o grupo básico da Shimano para downhill e freeride. 

O primeiro dos grupos específicos da disciplina, Zee é o grupo para modalidades extremas de nível básico da Shimano. É uma versão mais acessível do Saint.

Disponível apenas com pedivela de coroa única, o Zee foi projetado para downhill e freeride. Ele é construído mais pesado (e mais resistente) do que o grupo SLX de preço semelhante.

Ao contrário do SLX, o Zee é um grupo de 10 velocidades.

SHIMANO SAINT M820

Saint é o grupo de grupos de alto nível da Shimano.  Construído com as corridas de downhill profissionais e o freeride extremo em mente
Saint é o grupo para modalidades extremas de alto nível da Shimano.

O Saint está posicionado como uma opção de nível superior para quem corre ladeira abaixo.

Assim como o Zee, é um grupo 1 × 10 focado no uso extremo, construído para lidar com os abusso do freeride e downhill.


GRUPOS DE MOUNTAIN BIKE SRAM

A linha de grupos de mountain bike da SRAM é dividida em duas famílias, com grupos de coroa única (muitas das quais com o nome ‘1’) separados das opções de coroa dupla e tripla.

Como a Shimano, a SRAM também oferece uma opção específica das modalidades extremas, na forma de X01 DH.

Embora o sucesso recente da SRAM esteja em seus grupos de coroa única, a marca também foi uma forte defensora de coroas duplas e triplas no passado. Vamos falar sobre os grupos de 2 e 3 coroas, seguidos pela sempre crescente família 1x da SRAM.

A mais recente tecnologia Eagle da SRAM marcou a introdução grupos com uma coroa e cassete de 12 velocidades.

Os recursos compartilhados nas transmissões de nível Eagle que os distinguem dos grupos 1 × 11 da SRAM incluem um cassete 11-50 ou 10-50 de 12 velocidades e um mecanismo de embreagem ‘Tipo 3’ aprimorado no desviador traseiro, e uma coroa reprojetada com dentes mais altos e curvos e um novo perfil destinado a melhorar o desempenho nas faixas extremas do cassete.

Do menor ao mais tecnologicamente avançado, os grupos da SRAM estão nesta ordem:

  • SRAM X3
  • SRAM X4
  • SRAM X5
  • SRAM X7
  • SRAM X9 (descontinuado)
  • SRAM SX Eagle
  • SRAM NX
  • SRAM NX Eagle
  • SRAM GX
  • SRAM GX Eagle
  • SRAM X0 (peças limitadas em estoque)
  • SRAM X1
  • SRAM X01
  • SRAM X01 Eagle
  • SRAM X01 Eagle AXS
  • SRAM XX (descontinuado)
  • SRAM XX1 (peças limitadas em estoque)
  • SRAM XX1 Eagle
  • SRAM XX1 Eagle AXS

Existem três grupos de grupos SRAM especializados, dois para downhill e um para mountain bikes elétricas:

  • SRAM GX DH
  • SRAM X01 DH
  • SRAM EX1
  • SRAM X3
O SRAM X3 não é um conjunto completo de grupos, mas marca a entrada dos componentes de mountain bike da SRAM.  A SRAM oferece cassetes, correntes e pedivelas como opções separadas 'fora da série' aqui
O conjunto de grupos X3 da SRAM é a oferta mais básica. 

O SRAM X3 não é um conjunto de grupos completo e está no nível mais básico dos componentes da SRAM, marcando o nível de entrada dos componentes de mountain bike da SRAM.

A SRAM oferece cassetes, correntes e pedivelas como opções separadas ‘fora da série’ aqui.

Projetados para transmissões de 7, 8 ou 9 velocidades, os trocadores e desviadores fazem uso pesado de plásticos, junto com desviadores com carcaças metálicas. Esses componentes são adequados para passeios recreativos leves, mas não para trilhas.

SRAM X4

Assim como a SRAM X3, o X4 também não é um verdadeiro conjunto de grupos.  Com apenas um conjunto de mudanças e desviador traseiro em oferta, é normal ver outras marcas misturadas às peças SRAM X4
A gama SRAM X4 apresenta apenas alguns componentes. 

Assim como a SRAM X3, o X4 também não é um grupo completo. Com apenas um conjunto de trocadores e um desviador traseiro em oferta, é normal ver outras marcas misturadas às peças SRAM X4.

Esses componentes são frequentemente encontrados em bicicletas baratas e os câmbio X4 estão disponíveis nas versões de 7 e 8 velocidades e os mecanismos variam de 7 a 9 velocidades.

SRAM X5

© BikeRadar

O X5 é o primeiro grupo completo da SRAM e é uma opção de bom custo benefício para quem procura um grupo de 10 velocidades. A SRAM apresenta sua transmissão de 2 × 10 nesse grupo. 

Este é o primeiro dos grupos da SRAM que você encontrará em mountain bikes de entrada. É um grupo digno de trilhas para passeios recreativos, embora não tenha uma embreagem no câmbio traseiro.

Diferentes versões do mecanismo traseiro são compatíveis com cassetes de 7, 8, 9 e 10 velocidades, com uma capacidade máxima para pinhão de 36 dentes.

Este grupo de 10 velocidades está disponível com um pedivelas de 2x ou 3x, mas também há uma versão de 9 velocidades disponível.

SRAM X7

Freqüentemente visto em hardtails de preço mais baixo e em bicicletas com suspensão dupla, o SRAM X7 é uma boa opção para uso off-road regular com orçamento limitado

Frequentemente visto em hardtails de preço mais baixo e bicicletas com suspensão dupla, o SRAM X7 é uma boa opção para uso off-road regular com orçamento limitado. BikeRadar

O grupo X7 possui alguns recursos adicionais que o diferenciam do X5. O recurso mais importante deste grupo de 10 velocidades é a adição de uma embreagem no câmbio traseiro para melhorar a retenção da corrente.

O câmbio X7 tem uma ação mais precisa do que o câmbio X5 e também é compatível com o sistema MatchMaker da SRAM, que permite que os pilotos usem um grampo para prender as alavancas e os freios.

O X7 está disponível com um pedivelas de 2x ou 3x.

SRAM X9

© BikeRadar

Equivalente ao Shimano SLX, o X9 era o carro-chefe da linha SRAM, mas foi descontinuado. 

Equivalente ao Shimano SLX, o X9 era o carro-chefe da linha da SRAM. Quase todos os recursos de desempenho estavam presentes nesse nível, com métodos e materiais de construção um pouco mais baratos, mantendo os preços baixos, mas com peso maiora.

O grupo X9 era um grupo durável e digno de trilha de 10 velocidades, disponível nas configurações 2x e 3x.

Havia mais uso de alumínio do que plástico nos trocadores e desviadores, além de pedivelas ocas para economizar peso.

O conjunto de grupos X9 da SRAM foi descontinuado.

SRAM SX Eagle

Uma imagem de um conjunto de grupos SRAM SX Eagle
O grupo de 12 velocidades de entrada da SRAM é o SX Eagle. 

Este é o grupo Eagle mais acessível da SRAM.

O cassete de 12 velocidades fica em um freehub comum estilo Shimano, limitando a menor roda dentada a 11 dentes, em vez de 10 dentes no Eagle GX e acima. Isso, no entanto, ajuda a manter o custo mais baixo.

  • Cotação de mercado

£ 221,55

£ 285,28

SRAM NX

SRAM NX é a porta de entrada para as transmissões 1x11 da SRAM
O SRAM NX é a porta de entrada para as transmissões 1 × 11 da SRAM. 

O SRAM NX é o mais acessível dos grupos 1 × 11 da SRAM. Este grupo apresenta a coroa estreita / larga X-Sync da SRAM e um cassete 11-42 dentes de grande variedade.

  • Cotação de mercado

£ 164,50

SRAM NX Eagle

A SRAM trouxe sua tecnologia Eagle de 12 velocidades para o seu grupo NX de entrada. ©Russell Burton / Mídia Imediata

O NX Eagle  preenche a lacuna entre os grupos de transmissão GX e SX Eagle e apresenta o novo desviador da SRAM com tecnologia de embreagem tipo 3, e pode funcionar com cassetes que tenham pinhões pequenos de 11 e 10 dentes.

No entanto, o cassete Eagle NX PG-1230 não usa o corpo XD da SRAM que pode acomodar até um pinhão menor de 10 dentes. O GX Eagle é o primeiro conjunto de transmissão de 12 velocidades da linha SRAM com a tecnologia XD.

  • Cotação de mercado

£ 258,44

£ 260,00

SRAM GX

O SRAM GX é um grupo 1x muito econômico e adequado para mountain bike de verdade
O SRAM GX é um grupo 1x muito econômico e adequado para mountain bike de verdade. 

Compartilhando muitos designs e recursos internos dos grupos 1x de nível superior, os componentes SRAM  GX são uma escolha popular em bicicletas de preço médio.

Diferentemente do NX, o GX está disponível nas versões 1 × 11 e 2 × 11, bem como em um grupo para downhill e freeride de 7 velocidades dedicado.

  • Cotação de mercado

£ 210.10

£ 299.00

SRAM GX Eagle

Transmissão para mountain bike SRAM GX Eagle
A GX Eagle recebeu uma atualização em junho de 2020

A próxima adição à linha 1 × 12 da SRAM foi o grupo GX Eagle. Ficou claro que a SRAM pretendia martelar o prego final no caixão do desviador dianteiro com a introdução desse grupo de bom custo-benefício.

Em junho de 2020, a SRAM atualizou seu grupo GX Eagle com um cassete de 10 a 52 dentes (um aumento de dois dentes no pinhão maior), um desviador reprojetado – para que ele possa trocar para a marcha do pinhão mais largo – e pedivelas atualizados, agora com versões em fibra de carbono e liga de alumínio.

Como você pode imaginar, o cassete GX Eagle de vários pinhões parafusados juntos é mais pesado do que os cassetes X01 e XX1, que são usinados a partir um bloco de aço temperado.

  • Cotação de mercado

£ 302,69

£ 349,99

£ 371,00

SRAM X0

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Uma escolha popular de longa data em grupos de alto desempenho, o grupo SRAM X0 continua com sua engrenagem 2 × 10. É frequentemente comparado com o Shimano XT, mas o uso de fibra de carbono do X0 significa que ele é mais leve e mais caro. 

Considerado por muito tempo a melhor opção da SRAM para desempenho sem quebrar o porquinho, o X0 era um conjunto de grupos de 10 velocidades que introduzia fibra de carbono para economia de peso e usinagem de precisão para trocas precisas. Embora seja encontrado com mais frequência em uma versão 2x, a SRAM ofereceu um pedivela triplo para esse grupo.

O conjunto de grupos X0 agora vive apenas em parte. Um trocador de marchas dianteiro e traseiro, um desviador e os cubos dianteiro e traseiro são as únicas peças restantes disponíveis para compra.

SRAM X1

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O grupo X1 compartilha muito do desempenho e dos recursos do X01 e até do XX1, mas usa menos fibra de carbono e mais alumínio, o que significa um peso maior. 

Quando o X1 foi lançado, era o grupo 1x econômico da SRAM. Desde então, as unidades de transmissão NX e GX 1x foram introduzidas, elevando o patamar do X1 na hierarquia da SRAM.

O grupo X1 é uma escolha sólida para os pilotos que desejam um conjunto de transmissão confiável de 1 × 11 e compartilha muitas das mesmas características dos principais grupos 1 × 11, com um leve incremento de peso.

SRAM X01

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O X01 possui pedivelas e carcaça dos desviadores em fibra de carbono. 

O SRAM X01 foi talvez o grupo mais procurado de 2014. O X01, juntamente com o X1 e o XX1, impressionou nossos revisores graças à sua configuração exclusiva de 11 velocidades, onde o cassete e o desviador traseiro eram muito diferentes em comparação às configurações de 10 velocidades da época, oferecendo uma enorme faixa de 10-42 dentes, sem a opção de um desviador dianteiro.

O grupo X01 fica um nível abaixo do topo da família 1 × 11 da SRAM. É uma escolha sólida para os pilotos que querem o desempenho de primeira linha, mas com um peso um pouco maior.

SRAM X01 Eagle

Grupos de mountain bike SRAM X01 Eagle
Grupo de mountain bike SRAM X01 Eagle. 

Introduzido em 2016,  o grupo de transmissão X01 Eagle de 12 velocidades da SRAM oferece uma faixa de engrenagens de 500% por meio de um enorme cassete de 10-50 dentes. ‘Eagle’ é o termo que a SRAM usa para designar seus grupos de mountain bike 1 × 12.

O grupo X01 Eagle é frequentemente usado em bikes de trilha e enduro de topo de linha, com uma grade completa de desviadores em alumínio e pedivelas com núcleo de espuma. É um pouco mais pesado que o seu equivalente no topo da linha, o XX1 Eagle, com 46g a mais.

Em junho de 2020, o grupo X01 Eagle recebeu um cassete maior – agora com 10 a 52 dentes – e um novo desviador para que ele possa mudar para o maior pinhão.

  • Cotação de mercado

£ 650,30

£ 729.99

SRAM X01 Eagle AXS

Grupos de bicicletas de montanha SRAM X01 Eagle AXS
Grupos de mountain bike SRAM X01 Eagle AXS. 

O sistema eletrônico AXS Eagle de entrada, como seu irmão acionado por cabo, foi projetado para uso mais pesado, como em bikes de all-mountain ou enduro, do que seu equivalente mais leve XX1 Eagle AXS.

Com o aumento da força, aumenta o peso, no entanto, a funcionalidade nos sistemas AXS é idêntica.

  • Cotação de mercado

£ 1245,00

£ 1295,00

£ 1500,00

SRAM XX

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O SRAM XX era um grupo 2 × 10 com foco nas corridas de cross-country. 

Até o advento dos grupos 1 × 11 da SRAM, o grupo XX era o principal conjunto de transmissão off-road da empresa. Era um grupo 2 × 10 que fazia uso extensivo de fibra de carbono e titânio para maximizar a redução de peso.

O conjunto de grupos XX foi descontinuado.

SRAM XX1

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SRAM XX1 é o conjunto de grupos que iniciou a revolução de uma coroa. 

Este é o principal grupo 1 × 11 da SRAM. Foi o grupo que liderou a revolução 1x quando foi introduzido em 2012.

Apenas o trocador de gatilho, trocador grip shift e o desviador traseiro, juntamente com um pedivela com coroa única de 11 velocidades, corrente e cassete ainda estão disponíveis para compra.

SRAM XX1 Eagle

Grupos SRAM XX1 Eagle
Grupo SRAM XX1 Eagle. 

O XX1 Eagle é o filé-mignon para corredores de cross-country.

Acima do X01 Eagle de especificação inferior, o cassete e a corrente XX1 Eagle têm revestimento de nitreto de titânio dourado, que a SRAM alega aumentar a durabilidade.

O desviador XX1 Eagle usa uma placa externa de carbono na carcaça do desviador, e os braços do pedivela são ocos.

A diferença de peso entre esses dois grupos é mínima.

Como as atualizações de 2020 para os grupos GX Eagle e X01 Eagle da SRAM, o grupo XX1 Eagle também foi atualizado com um cassete maior de 10 a 52 dentes e um novo mecanismo compatível com 52 dentes.

  • Cotação de mercado

£ 794,80

£ 899,99

SRAM XX1 Eagle AXS

Conjunto de grupos SRAM XX1 Eagle AXS
Grupo SRAM XX1 Eagle AXS. 

Tendo mantido uma opção sem cabos para bikes de estrada por alguns anos, a SRAM lançou versões sem cabo de seus dois principais grupos de mountain bike em 2019: XX1 Eagle AXS e X01 Eagle AXS.

Juntamente com as vantagens óbvias de não ter que mexer nos cabos, o AXS traz um novo design inteligente de câmbio e um desviador equipado com uma segunda embreagem, que permite que ele se mova em caso de impacto repentino, limitando os danos. Há também um canote de selim ajustável na linha.

  • Cotação de mercado

£ 1330,00

£ 1400,00

£ 1755,00

SRAM EX1

O sistema de transmissão EX1 da SRAM visa atender às necessidades da última geração de mountain bike elétricas. © Victor Lucas / SRAM

O grupo EX1 da SRAM foi desenvolvido especificamente para o crescente mercado de e-mountain bike. A assistência elétrica e as trocas de marcha rápidas geram mais desgaste nos componentes.

Para combater isso, o EX1 possui um cassete de 8 velocidades, um grande pinhão deslocado 7 mm para dentro da roda, onde ele estaria em uma configuração de 11 velocidades, para reduzir o encadeamento cruzado. Isso oferece uma corrente extra-forte que tem posicionamento sincronizado com dentes específicos para aliviar a tensão no conjunto de transmissão durante as trocas de marchas.

SRAM GX DH

© BikeRadar

Grupo SRAM GX DH. 

Projetado com o downhill em mente, o grupo GX DH possui apenas sete marchas e pode ser usado apenas com os cassetes PG-720 ou XG-795.

O grupo GX DH possui um trocador, desviador, corrente e cassete.

SRAM X01 DH

O grupo SRAM X01-DH é específico para downhill e usa muitas das tecnologias de grupos de coroa única da SRAM, mas com uma faixa de marchas muito menor para corridas de downhill. © BikeRadar

O X01 DH é um grupo desenvolvido especificamente para corridas de downhill e está disponível como uma configuração de 7 ou 10 velocidades.


Baseado no artigo de Alex Evans do site bikeradar.com